quinta-feira, 13 de abril de 2017

Confira os indicados para o Festival de Cannes 2017


Por Carlos Larios


A organização do Festival de Cannes divulgou nessa manhã de quinta-feira (13), os indicados para as principais categorias do evento mais majestoso do cinema de arte.

Como vem se repetindo nos últimos anos na seleção para Palma de Ouro, produções americanas são as mais numerosas. O Brasil segue sem representantes.

Artistas do porte de Isabelle Huppert, Joaquin Phoenix, Tilda Swinton, Jake Gyllenhaal, Julianne Moore, Nicole Kidman, Colin Farrel, e até Adam Sandler, prometem causar frisson pelo tapete da Croisette.

Cineastas renomados como Sofia Coppola (The Beguiled), Michael Haneke (Happy End), Yorgos Lanthimos (The Killing of a Sacred Deer), Michel Hazanvicius (Le redoubtable), Noah Baumbach (The Meyerowitz Stories), Andrey Zvyagintsev (Loveless), Bong Joon-Ho (Okja) e Todd Haynes (Wonderstruck) são alguns do indicados para principal competição do Festival.

David Lynch também confirmou presença, já que vai exibir de forma inédita, os dois primeiros capítulos da terceira temporada de Twin Peaks.

Em 2017, o icônico cineasta espanhol Pedro Almodóvar será o presidente do júri que vai eleger o melhor filme de 2017.

Confira os indicados por competição.

                                                                    PALMA DE OURO

“120 Beats per Minute” (Robin Campillo).

“The Beguiled” (Sofia Coppola).
“The Day After” (Hong Sangsoo).
“A Gentle Creature” (Sergei Loznitsa).


“Good Time” (Benny Safdie & Josh Safdie). 
“Happy End” (Michael Haneke).
“In the Fade” (Fatih Akin).
“Jupiter’s Moon” (Kornél Mundruczó).
“The Killing of a Sacred Deer” (Yorgos Lanthimos).
“L’amant double” (François Ozon).


“Le redoubtable” (Michel Hazanvicius).
“Loveless” (Andrey Zvyagintsev).

“The Meyerowitz Stories” (Noah Baumbach).


“Okja” (Bong Joon-Ho).
“Radiance” (Naomi Kawase).
“Rodin” (Jacques Doillon).

“Wonderstruck” (Todd Haynes).
“You Were Never Really Here” (Lynne Ramsay).

                                                              UN CERTAIN REGARD
“Barbara” (Mathieu Amalric). OPENER
“After the War” (Annarita Zambrano).
“April’s Daughter” (Michel Franco).
“Beauty and the Dogs” (Kaouther Ben Hania).
“Before We Vanish” (Kiyoshi Kurosawa).
“Closeness” (Kantemir Balagov).
“The Desert Bride” (Cecilia Atan & Valeria Pivato).
“Directions” (Stephan Komandarev).
“Dregs” (Mohammad Rasoulof).
“Jeune femme” (Léonor Serraille).
“L’Atelier” (Laurent Cantet).
“Lucky” (Sergio Castellitto).
“The Nature of Time” (Karim Moussaoui).
“Out” (Gyorgy Kristof).
“Western” (Valeska Grisebach).

“Wind River” (Taylor Sheridan).


FORA DE COMPETIÇÃO


“Blade of the Immortal” (Takashi Miike).
“How to Talk to Girls at Parties” (John Cameron Mitchell).
“Visages, Villages” (Agnès Varda & JR).

MIDNIGHT SCREEENINGS

“Prayer Before Dawn” (Jean-Stéphane Sauvaire).
“The Merciless” (Byun Sung-Hyun).
“The Villainess” (Jung Byung-Gil).

SPECIAL SCREEENINGS

“12 Jours” (Raymond Depardon).
“An Inconvenient Sequel” (Bonni Cohen & Jon Shenk).
“Clair’s Camera” (Hong Sangsoo).
“Demons in Paradise” (Jude Ratman).
“Napalm” (Claude Lanzmann).
“Promised Land” (Eugene Jarecki).
“Sea Sorrow” (Vanessa Redgrave).
“They” (Anahita Ghazvinizadeh).

70TH ANNIVERSARY EVENTS

“24 Frames” (Abbas Kiarostami).
“Come Swim” (Kristen Stewart).
“Top of the Lake” (Jane Campion).
“Twin Peaks” (David Lynch).

VIRTUAL REALITY

“Carne y arena” (Alejandro G. Iñárritu).


domingo, 12 de março de 2017

LOGAN É BOM MESMO, OU É MERO HYPE?


ATENÇÃO: ESSE TEXTO CONTA COM SPOILERS

Por Carlos Larios

Vamos falar de Logan? Com uma pitada de SPOILER? Portanto, se você ainda não viu, passe longe daqui.
Serei breve, prometo. O novo e derradeiro filme do Wolverine merece toda a exaltação que vem recebendo?

Bom, é difícil contra argumentar a maior parte dos elogios. Logan é muito mais que um mero filme de quadrinhos. Ele, de fato, é uma grande obra de heróis e conta com os alicerces necessários para tal feito.

1-) ação de encher os olhos; 2-) trio afiado de protagonistas; 3-) história envolvente.

Mas o filme, infelizmente, está em dois tons diferentes. Principalmente nos últimos 25 minutos de metragem, A história de esperança, muito bem realizada pelo diretor James Mangold (JOHNNY E CASH) é interrompida por um desfecho convencional, que se equipara a maioria dos filmes do gênero.
Além, claro, de ser muito óbvio, desde o início, que Logan morre no final! Não consegui me emocionar nessa parte, como muitos andam dizendo por aí. O tom de dramaticidade fica pesado. Cheio de clichês, e aquela obra sutil , que alternava o melhor da ação com sentimentalismo na medida certa se torna comum. E aquele grupo de "X-Men" mirins, parecendo estar de férias num acampamento de verão? Péssimo.

Ou seja, o filme é uma boa obra de quadrinhos, mas está longe de ser relevante para o cinema. Pode ser o melhor filme da franquia X-Men? Sem dúvida, mas convenhamos que isso não é lá grandes méritos. Ao menos é o mais carregado de carga emocional da franquia. Aí reside seu diferencial. Por isso surpreendeu muita gente. E como fator surpresa, veio a exaltação descabida.

Assim criou-se o hype. Se transformou no novo "não vi, mas gostei". Nessa expectativa, fica difícil ir "contra a maré".

Mas calma, gente. LOGAN definitivamente não é tudo isso. Podia ter sido melhor, se sustentasse o mesmo tom do filme até o final. Mas como o fenômeno é instantâneo, a tendência é que a euforia se dissipe brevemente. Até mesmo, depois de uma revisão.

Confesso que gostei. Como escapismo funciona. Mas, por favor, sem alcunhas de "obra-prima do cinema".

quinta-feira, 9 de março de 2017

LOGAN (2017)


Por Diego Salomão


Em seus dois primeiros filmes-solo e em todos os X-men, se alguém quisesse irritar Wolverine, era só compará-lo a um animal. Dentre os fãs do herói, no entanto, ele é unanimemente tido com um personagem bastante “humano”. Não para mim. Wolverine não faz jogos, não mente, não cria falsas ilusões, não puxa saco e não tem pudores em seus instintos e vontades. É uma fera livre, forte, incontrolável, e ao mesmo tempo doce e fiel. O animal que ele tanto renegou ser é na verdade sua maior fonte de virtudes e foi em seu terceiro e melhor filme que ele mostrou o que de fato é.

Num futuro obscuro para os mutantes, o lendário super-herói das garras ganha a vida como um simplório motorista de limusine, enquanto cuida de um professor Xavier velho e sofrendo com o Alzheimer. Os X-men se tornaram apenas lembranças, revividas em bonecos e HQ’s, e Logan não possui mais a força e resistência de outrora; entretanto, uma descoberta inesperada faz com que ele seja obrigado a superar seus limites para ajudar seu mestre e toda uma nova geração de mutantes!


Sensível, mas também violento Logan é um verdadeiro banho de sangue, da primeira à última cena. Sem dúvidas, o mais forte de todos os filmes dos X-men. Com um roteiro direto e sem firulas, o filme traz Hugh Jackman e Patrick Stewart em grande forma, despedindo-se brilhantemente de seus personagens. Por fim, irretocável. Depois de 17 anos e nove filmes, a fera pode finalmente descansar. Em despedida emocionada na Internet, Isaac Bardavid, dublador do Wolverine no Brasil, lamentou o provável esquecimento do personagem. Não, Bardavid. Ele nunca será esquecido!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Curiosidades de LA LA LAND



Confira o vídeo abaixo, com algumas curiosidades de um dos filmes mais adorados dos últimos anos.

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