Destaques do site

ESTREIA DA SEMANA - Valente

Confira a crítica da nova animação da Pixar

Deadly Spawn Deadly Spawn

Exposição sobre George Méliès

Larioscine produziu (e pagou mico) o primeiro vídeo do blog, na exposição sobre um dos pioneiros da sétima arte.Confira.

Titulo da Imagem Titulo da Imagem

CRÍTICA CULT - "Cinzas no paraíso"

A constante excentricidade na obra de Terrence Malick

Titulo da Imagem Titulo da Imagem

8 filmes superestimados das décadas de 90 e 2000

Será que aqueles filmes mereceram o valor que lhes foram dados?

Titulo da Imagem Titulo da Imagem

14 pôsteres divulgados na Comic-Con 2012

Confira os principais cartazes divulgados na Comic-Con 2012

Titulo da Imagem Titulo da Imagem

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Confira os indicados para o Festival de Cannes 2017


Por Carlos Larios


A organização do Festival de Cannes divulgou nessa manhã de quinta-feira (13), os indicados para as principais categorias do evento mais majestoso do cinema de arte.

Como vem se repetindo nos últimos anos na seleção para Palma de Ouro, produções americanas são as mais numerosas. O Brasil segue sem representantes.

Artistas do porte de Isabelle Huppert, Joaquin Phoenix, Tilda Swinton, Jake Gyllenhaal, Julianne Moore, Nicole Kidman, Colin Farrel, e até Adam Sandler, prometem causar frisson pelo tapete da Croisette.

Cineastas renomados como Sofia Coppola (The Beguiled), Michael Haneke (Happy End), Yorgos Lanthimos (The Killing of a Sacred Deer), Michel Hazanvicius (Le redoubtable), Noah Baumbach (The Meyerowitz Stories), Andrey Zvyagintsev (Loveless), Bong Joon-Ho (Okja) e Todd Haynes (Wonderstruck) são alguns do indicados para principal competição do Festival.

David Lynch também confirmou presença, já que vai exibir de forma inédita, os dois primeiros capítulos da terceira temporada de Twin Peaks.

Em 2017, o icônico cineasta espanhol Pedro Almodóvar será o presidente do júri que vai eleger o melhor filme de 2017.

Confira os indicados por competição.

                                                                    PALMA DE OURO

“120 Beats per Minute” (Robin Campillo).

“The Beguiled” (Sofia Coppola).
“The Day After” (Hong Sangsoo).
“A Gentle Creature” (Sergei Loznitsa).


“Good Time” (Benny Safdie & Josh Safdie). 
“Happy End” (Michael Haneke).
“In the Fade” (Fatih Akin).
“Jupiter’s Moon” (Kornél Mundruczó).
“The Killing of a Sacred Deer” (Yorgos Lanthimos).
“L’amant double” (François Ozon).


“Le redoubtable” (Michel Hazanvicius).
“Loveless” (Andrey Zvyagintsev).

“The Meyerowitz Stories” (Noah Baumbach).


“Okja” (Bong Joon-Ho).
“Radiance” (Naomi Kawase).
“Rodin” (Jacques Doillon).

“Wonderstruck” (Todd Haynes).
“You Were Never Really Here” (Lynne Ramsay).

                                                              UN CERTAIN REGARD
“Barbara” (Mathieu Amalric). OPENER
“After the War” (Annarita Zambrano).
“April’s Daughter” (Michel Franco).
“Beauty and the Dogs” (Kaouther Ben Hania).
“Before We Vanish” (Kiyoshi Kurosawa).
“Closeness” (Kantemir Balagov).
“The Desert Bride” (Cecilia Atan & Valeria Pivato).
“Directions” (Stephan Komandarev).
“Dregs” (Mohammad Rasoulof).
“Jeune femme” (Léonor Serraille).
“L’Atelier” (Laurent Cantet).
“Lucky” (Sergio Castellitto).
“The Nature of Time” (Karim Moussaoui).
“Out” (Gyorgy Kristof).
“Western” (Valeska Grisebach).

“Wind River” (Taylor Sheridan).


FORA DE COMPETIÇÃO


“Blade of the Immortal” (Takashi Miike).
“How to Talk to Girls at Parties” (John Cameron Mitchell).
“Visages, Villages” (Agnès Varda & JR).

MIDNIGHT SCREEENINGS

“Prayer Before Dawn” (Jean-Stéphane Sauvaire).
“The Merciless” (Byun Sung-Hyun).
“The Villainess” (Jung Byung-Gil).

SPECIAL SCREEENINGS

“12 Jours” (Raymond Depardon).
“An Inconvenient Sequel” (Bonni Cohen & Jon Shenk).
“Clair’s Camera” (Hong Sangsoo).
“Demons in Paradise” (Jude Ratman).
“Napalm” (Claude Lanzmann).
“Promised Land” (Eugene Jarecki).
“Sea Sorrow” (Vanessa Redgrave).
“They” (Anahita Ghazvinizadeh).

70TH ANNIVERSARY EVENTS

“24 Frames” (Abbas Kiarostami).
“Come Swim” (Kristen Stewart).
“Top of the Lake” (Jane Campion).
“Twin Peaks” (David Lynch).

VIRTUAL REALITY

“Carne y arena” (Alejandro G. Iñárritu).


domingo, 12 de março de 2017

LOGAN É BOM MESMO, OU É MERO HYPE?


ATENÇÃO: ESSE TEXTO CONTA COM SPOILERS

Por Carlos Larios

Vamos falar de Logan? Com uma pitada de SPOILER? Portanto, se você ainda não viu, passe longe daqui.
Serei breve, prometo. O novo e derradeiro filme do Wolverine merece toda a exaltação que vem recebendo?

Bom, é difícil contra argumentar a maior parte dos elogios. Logan é muito mais que um mero filme de quadrinhos. Ele, de fato, é uma grande obra de heróis e conta com os alicerces necessários para tal feito.

1-) ação de encher os olhos; 2-) trio afiado de protagonistas; 3-) história envolvente.

Mas o filme, infelizmente, está em dois tons diferentes. Principalmente nos últimos 25 minutos de metragem, A história de esperança, muito bem realizada pelo diretor James Mangold (JOHNNY E CASH) é interrompida por um desfecho convencional, que se equipara a maioria dos filmes do gênero.
Além, claro, de ser muito óbvio, desde o início, que Logan morre no final! Não consegui me emocionar nessa parte, como muitos andam dizendo por aí. O tom de dramaticidade fica pesado. Cheio de clichês, e aquela obra sutil , que alternava o melhor da ação com sentimentalismo na medida certa se torna comum. E aquele grupo de "X-Men" mirins, parecendo estar de férias num acampamento de verão? Péssimo.

Ou seja, o filme é uma boa obra de quadrinhos, mas está longe de ser relevante para o cinema. Pode ser o melhor filme da franquia X-Men? Sem dúvida, mas convenhamos que isso não é lá grandes méritos. Ao menos é o mais carregado de carga emocional da franquia. Aí reside seu diferencial. Por isso surpreendeu muita gente. E como fator surpresa, veio a exaltação descabida.

Assim criou-se o hype. Se transformou no novo "não vi, mas gostei". Nessa expectativa, fica difícil ir "contra a maré".

Mas calma, gente. LOGAN definitivamente não é tudo isso. Podia ter sido melhor, se sustentasse o mesmo tom do filme até o final. Mas como o fenômeno é instantâneo, a tendência é que a euforia se dissipe brevemente. Até mesmo, depois de uma revisão.

Confesso que gostei. Como escapismo funciona. Mas, por favor, sem alcunhas de "obra-prima do cinema".

quinta-feira, 9 de março de 2017

LOGAN (2017)


Por Diego Salomão


Em seus dois primeiros filmes-solo e em todos os X-men, se alguém quisesse irritar Wolverine, era só compará-lo a um animal. Dentre os fãs do herói, no entanto, ele é unanimemente tido com um personagem bastante “humano”. Não para mim. Wolverine não faz jogos, não mente, não cria falsas ilusões, não puxa saco e não tem pudores em seus instintos e vontades. É uma fera livre, forte, incontrolável, e ao mesmo tempo doce e fiel. O animal que ele tanto renegou ser é na verdade sua maior fonte de virtudes e foi em seu terceiro e melhor filme que ele mostrou o que de fato é.

Num futuro obscuro para os mutantes, o lendário super-herói das garras ganha a vida como um simplório motorista de limusine, enquanto cuida de um professor Xavier velho e sofrendo com o Alzheimer. Os X-men se tornaram apenas lembranças, revividas em bonecos e HQ’s, e Logan não possui mais a força e resistência de outrora; entretanto, uma descoberta inesperada faz com que ele seja obrigado a superar seus limites para ajudar seu mestre e toda uma nova geração de mutantes!


Sensível, mas também violento Logan é um verdadeiro banho de sangue, da primeira à última cena. Sem dúvidas, o mais forte de todos os filmes dos X-men. Com um roteiro direto e sem firulas, o filme traz Hugh Jackman e Patrick Stewart em grande forma, despedindo-se brilhantemente de seus personagens. Por fim, irretocável. Depois de 17 anos e nove filmes, a fera pode finalmente descansar. Em despedida emocionada na Internet, Isaac Bardavid, dublador do Wolverine no Brasil, lamentou o provável esquecimento do personagem. Não, Bardavid. Ele nunca será esquecido!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Curiosidades de LA LA LAND



Confira o vídeo abaixo, com algumas curiosidades de um dos filmes mais adorados dos últimos anos.

Não esqueça de se inscrever no canal. Rumo a 10 mil inscritos!!





terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A vida de Carrie Fisher em 28 fotos


Filha de Eddie Fisher e Debbie Reynolds, dois monstros sagrados da Velha Hollywood, Carrie cresceu em meio ao show business. Como não podia ser diferente, seguiu os passos dos pais e ingressou logo cedo em Hollywood. Antes de ser imortalizada pelo papel de Princesa Leia, Fisher participou de alguns filmes durantes os anos 70, como SHAMPOO, de Hal Ashby.

No set do primeiro Star Wars, ela não conseguia se levar a sério. Foi um estorvo as gravações nos estúdios de Londres, principalmente para o diretor responsável. Carrie ironizava constantemente, ao lado do parceiro Mark Hamill, o roteiro de George Lucas. Só depois da estreia, e de todo o fenômeno que foi Star Wars, Fisher vislumbrou a importância daquela saga intergalática. 

Seu vício em cocaína veio logo em seguida. Virou sex symbol, mas não vira sua carreira vingar como nos tempos áureos de Princesa Leia. Alternava participações em filmes menores, com o lançamento de livros autobiográficos e de auto-ajuda. Até que em 1990 viu sua obra literária ser adaptada para a tela. Meryl Streep e Shirley MacLaine deram vida respectivamente ao seu alter ego e o de sua mãe.

Após problemas com drogas, alcoolismo latente e obesidade, sua depressão se intensificou na década de 90, ainda mais depois do nascimento de sua única filha. Em meados de 1997 viu sua personagem Leia ganhando status cult e sempre recebeu o carinho dos fãs. Com a retomada da franquia nos anos vindouros, ela nunca mais fora esquecida.

Até sua participação em O DESPERTAR DA FORÇA que, ao lado de Harrison Ford, retomou seu grande papel. Morreu em Los Angeles, sua cidade natal, após um ataque cardíaco que sofrera em um voo vindo de Londres. Ela tinha 60 anos e muitas histórias.

Sua mãe Debbie Reynolds ainda vive.

 Ao lado do irmão caçula e da mãe, a atriz Debbie Reynolds de CANTANDO NA CHUVA
 Na adolescência ao lado da mãe. Sua relação tempestuosa com Debbie foi relatada em livros
 A púbere Carrie Fisher
 O casamento com o cantor Paul Simon durou poucos meses
 Amigos para vida inteira
 Com Billie, sua única filha. O pai da menina se separou de Fisher, após se apaixonar por outro homem
 Debbie, Carrie e Oprah
 Ao lado de George Lucas, o homem que mudou sua vida para sempre
 Recentemente Fisher alegou ter tido um caso com Harrison Ford. Ela com 19 e ele com 32 anos
 No ápice de sua beleza, no começo dos anos 1980
 Mark Hamill. Mais do que companheiro de set
 Ao lado de Bill Murray em um dos melhores episódios de SNL na década de 1980. A atriz nutria uma veia para comédia muito grande.
 Clima tenso no set de Star Wars? Não para essa dupla
 Fisher sacaneia o pobre Jabba
 No set do clássico OS IRMÃOS CARA DE PAU. Aykroyd e Fisher, inclusive, tiveram um caso durante o set da comédia
 Billy Dee Williams e Fisher no set de O IMPÉRIO CONTRA-ATACA
 Fazendo comédia em 1981
 Ao lado da mãe e do amigo Chevy Chase
 Lembra da série CONTO DE FADAS? Ela já protagonizou um dos episódios!
 Com o amigo Tom Hanks. A dupla contracenou em dois filmes
 Fisher ao lado de Meryl Streep e Shirley MacLaine, que deram vida à sua autobiografia LEMBRANÇAS DE HOLLYWOOD.
 O trio se encontrou anos mais tarde
 A estonteante beleza de Fisher, já em meados dos anos 1980
 Ao lado de Hugh Hefner, criador da Playboy
 O antes e o depois
 Com seu fiel parceiro. O bulldog era seu companheiro inseparável
Uma de suas últimas aparições

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

domingo, 6 de novembro de 2016

10 ATUAÇÕES FANTÁSTICAS DE VILÕES DE QUADRINHOS

POR: DIEGO SALOMÃO


10-William Dafoe (Duende Verde)
Um dos grandes clichês dos filmes de ação é colocar um ator jovem e desconhecido para fazer o mocinho, e um veterano para fazer o vilão, a fim de equilibrar (e às vezes até inverter) a importância dos personagens. Ótimos exemplos são Gene Hackman em Superman, e Jack Nicholson em Batman.  Pois em Homem-Aranha, enquanto o lançador de teias era vivido pelo jovem Tobey Maguire, o Duende Verde/Norman Osborn ficou a cargo de William Dafoe; astro de filmes como Platoon e Velocidade Máxima 2, ele conseguiu dar ares de dramaticidade e suspense à trilogia do mais adolescente de todos os heróis. É difícil imaginar outro ator fazendo sua cena brigando com o espelho, àquela altura, já tomado por seu lado mau.


9-Hugo Weaving (Caveira Vermelha)
Talvez o mais conhecido vilão de Weaving seja o agente Smith, de Matrix, trilogia essa de que eu particularmente não gosto nem um pouco. Aí vem o filme do Capitão América, e um personagem que lidera o departamento de inteligência nazista, e pretende dar um golpe em Hitler, pois julga que seu plano de extermínio era mais eficiente que o do Führer!!!!! Pois o agente Smith que me perdoe, mas como Caveira Vermelha, Hugo Weaving encarnou a maldade! Com certeza um dos mais assustadores criminosos da Marvel, que foi ao cinema e não decepcionou em nada o público que esperava alguém capaz de gerar torcida pelo incrível patriotismo norte-americano.


8-Aaron Eckhart (Duas-Caras)
Batman sempre confiou no Comissário Gordon para manter trancafiados os bandidos que ele tirava das ruas. Aposta certa, é claro, mas em uma cidade tão suja quanto Gotham City ainda era pouco. Era necessário alguém que agisse nos bastidores da justiça, impedindo que tais criminosos fossem soltos novamente. Assim, entrava em cena o intrépido promotor Harvey Dent; a última ponta do ciclo da justiça, o Cavaleiro Branco, a chance de Bruce Wayne ter uma vida normal! Dent era tudo isso, até que, sequestrado e enlouquecido pelo Coringa, ele abandona qualquer noção de ética, tornando-se o Duas-caras: um louco, que pautava todas as suas ações pelos lados de sua moeda da sorte. Não era propriamente mau, mas a imprevisibilidade de seus atos o tornava uma verdadeira bomba-relógio. E com que classe Eckhart passou de justiceiro a perigo! Quem conhece a carreira do ator, percebe inspirações em personagens passados e o mosaico extraordinário que compõe Harvey Duas-Caras!


7-Lou Ferrigno
Muitos dirão que o maior inimigo do Hulk é o General Ross. Outros dirão que é o Abominável. Talvez encontremos até quem ache que é o Homem-Absorvente (tradução hilária e inevitável). No entanto, se formos pensar bem, Bruce Banner é o único super-herói que não quer ser herói; não quer se transformar. Seu grande sonho é se ver livre dos poderes que em sua opinião estão mais para uma maldição. Pois se a computação gráfica foi capaz de transformar qualquer ator no gigantesco monstro verde, quando ela não existia foi Lou Ferrigno que pintou o corpo e transformou Banner, literalmente, em outra pessoa! Era tosco? Era, mas mostrou claramente a dicotomia entre os dois personagens. 


6-Michelle Pfeiffer (Mulher-Gato)
Michelle Pfeiffer não é apenas mais um rostinho bonito por dois motivos. 1: ela é INTEIRA bonita! 2: que atriz espetacular! Novamente um inimigo do Batman com sérios problemas psicológicos, Selina Kyle é inicialmente uma secretária tímida e acostumada a ser pisoteada pelos homens, até que, após sofrer uma tentativa de assassinato, desperta o instinto felino e o sex appeal que nem ela imaginava ter, transformando-se numa das mais sexys e perigosas vilãs de todos os tempos! A cena de sua descoberta é uma das obras-primas de Pfeiffer e do diretor Tim Burton.


5-Ian McKellen (Magneto)
A história dos X-Men, e em especial da relação entre o Professor Xavier e Magneto é uma das mais interessantes do mundo dos super-heróis. Mutantes poderosos e marginalizados por uma humanidade preconceituosa, ambos foram grandes amigos e chegaram a lutar juntos. Entretanto, enquanto Xavier era um pacifista, e buscava a convivência harmônica com as pessoas normais, Magneto defendia apenas os mutantes, o que o levava a níveis de crueldade abomináveis – ainda que, em sua visão particular, movido pela melhor das intenções: a proteção de sua espécie. O fato é que o poder e a liderança de Magneto, além do ódio que despertava nos comandados de Xavier, foi viabilizado no cinema pela fleuma e arrogância encarnadas brilhantemente pelo inglês Ian Mckellen. Um vilão perigoso, de moral muito particular e ética altamente questionável, mas que jamais perdeu a elegância. Afinal, que outro criminoso é preso e joga xadrez na cadeia com o herói da história?


4-Margot Robbie (Arlequina)
Uma personagem jovem, que sempre viveu à sombra de seu amante e comparsa. Essa era a Arlequina até Margot Robbie dar as caras em Esquadrão Suicida. Aí, a vilã de segundo plano virou heroína improvável, símbolo sexual, toque de humor, única a escapar das críticas, e possivelmente o segundo inimigo do Batman a ganhar um filme-solo, à frente até mesmo de seu “pudinzinho”, o Coringa! Nada mau para uma primeira aparição, hein?


3-Danny de Vito (Pinguim)
Originalmente, o Pinguim não tem nada de animalesco. Trata-se apenas de um apelido, em virtude de seu físico baixo e um pouco gordo. No entanto, quando o personagem chegou às mãos de Tim Burton, ele tratou de transformá-lo em um grotesco híbrido entre um homem um pinguim, e foi a atuação inigualável (e o físico meio esquisito) de Danny de Vito que possibilitou essa guinada na história. Ok, há o trabalho de maquiagem, mas e o jeito de andar? De mexer as “mãos”? De Vito não foi apenas um vilão, foi um homem-animal perfeito!


2-Gene Hackman (Lex Luthor)
Então, sabe aquela técnica de aumentar a importância dos antagonistas através do nível dos atores? Pois nos filmes de super-heróis, ela começou com esse senhor! Gene Hackman viveu o primeiro e até hoje mais perfeito e completo Lex Luthor do cinema. Um misto de criminoso, humorista e psicopata, que só poderia mesmo ser parado pelo Homem de Aço. Hackman possui uma vasta galeria de filmes e premiações, incluindo coisas como Mississipi em Chamas, A Firma e Operação França. No entanto, vale a pena guardar com carinho um lugar para o seu Lex Luthor. Afinal, ele criou um padrão utilizado há quase 40 anos.


1-Heath Ledger (Coringa)

Quando Jack Nicholson fez o Coringa em 1989, o primeiro após a série pastelão, todos criam que aquela seria a versão definitiva do personagem. E foi... Até 2008, quando Heath Ledger surgiu, de maquiagem borrada, cabelão despenteado e com um único propósito em suas ações: anarquia. Enquanto o (brilhante) Coringa de Nicholson era um gangster promovido a super-vilão, Ledger fez um louco, cujo único propósito era ver o circo pegar fogo. Afinal, como se para os planos de alguém que não tem planos? Seu personagem foi tão impactante e assustador, que tirou o Cavaleiro das Trevas da prateleira de ação e jogou junto com filmes de suspense e até terror. A estranha e macabra morte do ator antes das filmagens terminarem também serviu para aumentar o folclore em cima do personagem. Para mim, o maior vilão dos filmes de super-heróis. 
 

Blogroll

free counters

Minha lista de blogs