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A constante excentricidade na obra de Terrence Malick

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14 pôsteres divulgados na Comic-Con 2012

Confira os principais cartazes divulgados na Comic-Con 2012

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terça-feira, 23 de abril de 2019

Shazam! Mais um grande filme vem aí!



Por Diego Salomão

Seguindo a guinada iniciada com Mulher-Maravilha e Aquaman, a DC fez mais um filme sem
medo dos clichês dos super-heróis e acertou novamente. No caso de Shazam, aliás, parece ser
ainda mais fácil abraçar tais clichês já que a própria história do garoto que encontrou um
feiticeiro numa caverna e ganhou poderes da noite para o dia parece clamar por eles! O
resultado? Um filme leve, ingênuo, despretensioso e absolutamente divertido!

Outrora conhecido como Capitão Marvel, o Shazam é um personagem bastante antigo e
transpor sua história para 2019 poderia ser um problema, mas foi brilhantemente contornado
por um roteiro ágil e a direção precisa de David F. Sandberg; a exemplo de James Wan, mais
um diretor que se consagrou nos filmes de terror e agora aparece entre super-heróis.

Aliás, o crescimento desse sub-gênero faz com que muitas vezes nos distanciemos dos
sentimentos mais primários dos filmes de super-heróis, aqui tratados com todo amor e
carinho, tornando o filme infantil, sim, mas nunca idiota. Zachary Levi (o Shazam, adulto) e
Asher Angel (o jovem Billy Batson) parecem ter entendido isso muito bem. Tanto um quanto o
outro foram primorosos na tarefa de fazer as duas fases do herói. Alguns dirão que não houve
grande conexão entre eles, fazendo com que um mesmo personagem parecesse duas pessoas
diferentes, e comparando com a genial interpretação de Tom Hanks em Quero ser grande. De
fato, é possível fazer um paralelo entre os dois filmes, mas além da óbvia vantagem de Hanks
de não precisar alinhar sua personalidade com nenhum outro ator, vamos ser francos? Isso em
nada atrapalhou a diversão e o andamento de Shazam. A roupa do herói que também foi
criticada, e a bem da verdade parece uma alegoria de escola de samba com seus músculos
falsos também não atrapalha. No fim, tudo acaba entrando na criancice proposital de um dos
filmes mais legais e prazerosos de assistir que a DC já fez!

Em tempo: Capitão Marvel é da DC Comics? Que história é essa? Há muitos anos,, começo da
década de quarenta, a DC entrou com um processo sobre a extinta Fawcett Comics, acusando-
a de ter plagiado o Superman, através do personagem Capitão Marvel. O processo se arrastou
por anos, o que levou a Fawcett à falência, e o personagem à extinção. Nesse meio tempo, a
Timely Comics resolveu utilizar o nome em desuso e virou Marvel Comics, criando até o seu
Capitão Marvel – cuja versão feminina recentemente fez sucesso no cinema. Já nos anos 70, a
DC Comics comprou os direitos da extinta Fawcett e para não fazer propaganda da editora
rival, recentemente transformou o Capitão Marvel original em Shazam!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Os 25 melhores filmes de 2018



Segue a já tradicional lista dos 25 melhores filmes de 2018, segundo a humilde opinião deste que vos escreve. Confira:

25-) UPGRADE
24-) MANDY
23-) UM LUGAR SILENCIOSO
22-) UTOYA 22 DE JULHO
21-) DOGMAN
20-) ARABIA
19-) ILHA DOS CACHORROS
18-) LEAN ON PETE
17-) THUNDER ROAD
16-) O PRIMEIRO HOMEM
15-) CUSTÓDIA
14-) OITAVA SÉRIE
13-) GUERRA FRIA
12-) LEAVE NO TRACE
11-) MUSEU
10-) INFILTRADO NA KLAN
09-) THE RIDER
08-) EM CHAMAS
07-) HEREDITÁRIO
06-) FIRST REFORMED
05-) TRAMA FANTASMA
04-) PROJETO FLÓRIDA
03-) VISAGES, VILLAGES
02-) ASSUNTO DE FAMÍLIA
01-) ROMA

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Aquaman: um épico embaixo d’água



Por Diego Salomão
Sabe aquele loirinho com cara de príncipe da Disney, que desfilava por aí em cima de um cavalo-marinho cor-de-rosa? Pois é, ele morreu. O personagem da DC Comics que aparentemente foi criado para sofrer bullying – que o diga o seriado The Big Bang Theory – definitivamente não está mais entre nós. Desde as primeiras imagens de Liga da Justiça, as pessoas se surpreenderam como a repaginada do Aquaman, encarnado pelo gigante Jason Momoa, e começaram a se interessar pelo primeiro filme-solo do herói, até então secundário.
 Até então. Depois do desastroso Lanterna Verde há alguns anos, a DC e a Warner parecem ter finalmente aprendido a fazer grandes filmes sobre heróis que não sejam Batman ou Superman. Assim como Mulher-MaravilhaAquaman possui um ótimo roteiro, produção impecável, e direção e atuações precisas para nos apresentar um longa-metragem à altura da expectativa.
 Após os acontecimentos de Liga da JustiçaAquaman – ou Arthur Curry – ainda age de forma marginal, protegendo os mares e populações litorâneas, e levantando suspeitas sobre sua origem e a existência de Atlântida. Porém, a sede de poder de seu meio-irmão (interpretado por Patrick Wilson) e a iminência de uma guerra entre os reinos dos mares e a superfície faz com que Arthur precise conhecer o reino de sua mãe e lutar pela coroa que sempre desprezou. Assim, ajudado pela princesa Mera (Amber Heard) e pelo conselheiro real Vulko (feito pelo excelente Williem Dafoe), Aquaman encara a maior missão de sua vida, para se tornar rei de Atlântida e herói de todo o planeta!
 Filme de super-heróis? Sim, mas, acima de tudo, um épico, com cenas grandiosas de batalhas, exércitos, explosões... E tudo feito sob a espetacular estética que só a água consegue proporcionar. Aliás, incrível trabalho dos atores e de direção por conseguirem filmar tantas cenas de ação agindo como se estivessem no fundo do mar. James Wan, vale ressaltar, fez sua estreia à frente de um filme de heróis e saiu-se muito bem! Além dele e dos atores já mencionados, merecem destaque os astros Nicole Kidman (de volta ao universo dos heróis, 23 anos depois do esquecível Batman Forever) e Dolph Lundgren (o eterno He-man está irreconhecível, mas é ele). E Jason Momoa? Os mais tradicionais dirão que ele não tem nada a ver com o Aquaman habitual. Eu digo: ainda bem!

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Bohemian Rapshody: ótimo filme, péssimo documentário




Por: Diego Salomão


Um dos filmes mais aguardados do ano, o longa-metragem sobre o Queen e seu vocalista, Freddie Mercury, cumpre com louvor todos os requisitos de um bom blockbuster: bem dirigido, bons atores, emocionante, bem-humorado, reconstitui espetacularmente bem todos os nuances estéticos da época retratada, mas...



Para quem – como eu – passou metade da adolescência lendo sobre seus roqueiros favoritos, o filme comete erros crassos no que diz respeito à cronologia da carreira da banda. Longe de mim querer bancar um youtuber arrogante, que nunca chegou nem perto do grupo e agora se sente no direito de apontar o dedo na cara, bradando sobre as “mentiras” do roteiro. Não, não diria mentiras. Diria, sim, adaptações cronológicas, que tornaram possível resumir 20 anos em duas horas. A mais gritante delas talvez tenha sido jogar a participação da banda no Rock in Rio 85 nos anos setenta. Para o roteiro, claro, fez todo o sentido, por aparecer no contexto de crescimento mundial da banda, e também por acentuar os problemas e a parcial separação do grupo naqueles meados dos anos oitenta. Entretanto, não deixou de soar estranho que um astro como o que Mercury já era no Rock in Rio ainda morasse em um modesto apartamento como o mostrado no filme. 



Outro fato que me deixou curioso foi a briga dos integrantes, nos anos oitenta, por causa do disco solo do cantor, sendo que o baterista Roger Taylor já havia gravado um trabalho paralelo no fim dos anos setenta. Enfim, pequenas romanceadas na realidade que em nada atrapalham a narrativa dos momentos marcantes da história do grupo: a entrada de Mercury para a banda, a adoção do nome artístico, seus romances, o “sexo, drogas & rock n’ roll” da estrada, a histórica apresentação no Live Aid... Informações omitidas? Pessoalmente, acho que deveriam ter mencionado a parceria com David Bowie, e a de Freddie com a cantora lírica Montserrat Caballé, mas se o longa peca em certas omissões e erros cronológicos compensa em informações e detalhes de bastidores que nenhum documentário até hoje foi capaz de mostrar. 



No fim das contas, bom! Rami Malek está realmente bem no papel de Freddie Mercury, embora, para mim, o grande destaque tenha sido Gwilyn Lee, que conseguiu imitar até a voz do guitarrista Brian May. Se você é fã do Queen, não perca mais tempo e vá ao cinema! Emocione-se, chore e se não se contiver, pode até bater palmas junto com Freddie em “Radio Ga Ga” – sim, isso ocorreu!  

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Os 40 anos de GREASE - NOS TEMPOS DA BRILHANTINA (1978)


Qual o segredo para tanta vitalidade desse musical dos anos 70?
Veja no novo vídeo do Larioscine, que você confere logo abaixo!


domingo, 19 de agosto de 2018

Uma breve história do stop motion


Popularmente conhecido como "desenhos de massinha", ´stop motion é uma técnica cinematográfica, notoriamente empregada em animações, mas que também foi muito utilizada em filmes convencionais.

Conheça um pouco mais sobre essa técnica tão popular para a sétima arte.

Roteiro, edição e narração: Carlos Larios


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

AS FRASES MAIS MEMORÁVEIS DO CINEMA



Confira um compilado com as frases mais memoráveis do cinema.
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segunda-feira, 23 de julho de 2018

THE FAVOURITE, com Emma Stone e Rachel Weisz ganha trailer e data de exibição em festival


THE FAVOURITE é o novo filme do controverso diretor grego Yorgos Lanthimos, responsável por DENTES CANINOS, THE LOBSTER e O SACRIFÍCIO DO CERVO SAGRADO.

Nesse drama de época, o cineasta dirige Emma Stone e Rachel Weisz, rivais na trama de THE FAVOURITE. Aqui as duas disputam o cargo de conselheira da Rainha Anne durante a Guerra da Sucessão Espanhola. Segundo divulgado, o filme estará carregado de intrigas sexuais entre a dupla de aristocratas da alta corte inglesa.

Sem data de previsão para lançamento nos cinemas, THE FAVOURITE poderá ser exibido no New York Film Festival, que acontece no fim de setembro. Confira o trailer.


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Aaron Paul e Bryan Cranston de BREAKING BAD, juntos novamente. Confira.




Os atores de BREAKING BAD, Aaron Paul e Bryan Cranston, participaram de um vídeo promocional para a instituição de caridade Omaze. No material, que comemora os 10 anos de estreia da série na TV americana, a dupla se reencontra, já durante o ostracismo (como se pudéssemos conceber tal ideia).

Como o sucesso não é o mesmo dos tempos áureos, a vida da dupla tomou um rumo, digamos, um pouco diferente do esperado. O curta de cinco minutos é uma divertida auto-sátira que merece como nostalgia para os fãs de BREAKING BAD. Confira.



terça-feira, 17 de julho de 2018

Confira o trailer de O DOUTRINADOR, filme brasileiro de super-herói



Baseado no quadrinho de Luciano Costa, O DOUTRINADOR é um dos filmes nacionais mais esperados pelo público brasileiro. Com estreia marcada para setembro, algumas semanas antes das eleições, o filme promete lançar polêmica e dividir opiniões. Afinal, o tal herói que dá título à obra, é um incansável caçador de políticos corruptos e meliantes. 

Ao bom estilo Frank Castle, o trailer de fato é de encher os olhos. Confira o trailer abaixo e deixe sua opinião sobre as expectativas pelo Doutrinador.


Saiu o trailer definitivo de BOHEMIAN RHAPSODY! Confira


Saiu o trailer definitivo de BOHEMIAN RHAPSODY, a cine biografia de Freddie Mercury, vocalista e líder do Queen. Após muita polêmica acerca do filme protagonizado por Rami Malek (MR.ROBOT), a Fox divulgou um trailer que mostra pelo menos dois momentos do cantor na intimidade com outro homem. 

Após declarações do diretor Bryan Singer (homossexual assumido) de que o filme não destacaria a vida homoafetiva de Mercury, o estúdio decidiu divulgar pequenos trechos que dão margem a essa parcela significativa de sua personalidade. O diretor, que foi demitido durante a produção da biografia, também mencionou o pouco destaque que será dado à morte prematura de Mercury, vítima de AIDS em 1991.

BOHEMIAN RHAPSODY estreia dia 02 de novembro nos cinemas americanos. Confira o trailer e um especial do QUEEN NO CINEMA do Larioscine.

SOUNDTRACK - QUEEN NO CINEMA




TRAILER DE BOHEMIAN RHAPSODY

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Você é cinéfilo?




Confira o vídeo e veja se você corresponde todos os atributos necessários para ser um bom cinéfilo.
Não esqueça de se inscrever no canal.


terça-feira, 10 de julho de 2018

RESENHA - O HOMEM-FORMIGA E A VESPA (2018)



Formiga Gigante!
Por Diego Martins Salomão
Depois dos épicos Pantera Negra e Guerra Infinita, estava mais ou menos claro que a Marvel usaria o segundo filme do Homem-Formiga com um alivio nas emoções de sua saga. Mais mundano que os outros super-heróis, Scott Lang curtia calmamente sua prisão domiciliar após os eventos de Capitão América: Guerra Civil, quando, três dias antes de sua liberdade, seu mentor, Hank Pym (o primeiro Homem-Formiga) e a filha, Hope (agora, a Vespa), reaparecem em sua vida com um plano audacioso: retornar ao universo subatômico, para resgatar a esposa de Hank, perdida há 30 anos.
Se o plano já era difícil por si só, tornou-se praticamente impossível com as perseguições da polícia, de bandidos e de uma misteriosa inimiga ressurgida do passado. Caprichado no visual e distante da megalomania das últimas tramas do estúdio, Homem-Formiga e a Vespa (assim como o primeiro) resgata um pouco o lado pueril dos filmes de heróis, até pela óbvia ligação que formigas e brinquedos gigantes fazem com o clássico infantil Queridaencolhi as crianças.
Sobre o elenco, Paul Rudd e Michael Douglas ressurgem adoravelmente canastras como Scott e Hank, enquanto Michael Peña retoma seu papel de (des) equilíbrio cômico da história. O que chama atenção são os dois astros convidados: Laurence Fishburne como um velho rival de Hank e ninguém menos que Michelle Pfeiffer como a esposa a ser resgatada. 26 anos depois das curvas estonteantes da Mulher-gato, ele volta aos filmes de super-heróis em um papel menor, mas ainda esbanjando charme e talento.
No fim das contas, diverte. Faz rir, bem produzido, bem dirigido, com o padrão Marvel de qualidade e uma cena pós-créditos que acaba com toda a leveza da história!  

Confira mais resenhas dos ÚLTIMOS filmes da Marvel: 

terça-feira, 8 de maio de 2018

RESENHA - VINGADORES - GUERRA INFINITA



10 anos infinitos
Por Diego Salomão
 “Surgiu uma ideia (Homem de Ferro)... De reunir um grupo de pessoas extraordinárias (Dr. Estranho); para ver se poderíamos nos tornar algo mais (Visão). Então, quando eles precisassem, nós poderíamos travar as batalhas (Thor) que eles jamais conseguiriam (Viúva Negra)”. Sim, dez anos se passaram desde que Robert Downey Jr. deu as caras como Homem de Ferro e iniciou a maior franquia de todos os tempos. Dez anos de sucessos de bilheteria, heróis em profusão, cidades destruídas e um sonho: ver todos aqueles personagens reunidos em uma única e épica aventura. Claro, já houve essa aventura; o primeiro Vingadores, lá em 2012, até hoje a maior bilheteria do gênero, mas quanta coisa rolou desde então no Universo Marvel, não é mesmo? E todos esses acontecimentos se encontraram aqui, no dia 26 de abril de 2018, em Vingadores: Guerra Infinita.
 Com cada herói cuidando de sua vida, o perverso Thanos decide dar prosseguimento ao seu plano de conquistar o universo através das seis joias do infinito que apareceram direta ou indiretamente ao longo dos 18 filmes da franquia. Assim, com Thor de volta de Asgard, Capitão América desistindo da aposentadoria e o reforço bem-humorado dos Guardiões da Galáxia, os Vingadores têm que se unir novamente para a luta definitiva pela sobrevivência do seu e de todos os outros mundos!
 Sim, trata-se de um filme que já nasceu clássico, mas como realizar isso? Como criar uma história formada pela convergência perfeita de, como já citado, 18 outros filmes? Pois com um orçamento de US$ 300 milhões, roteiro impecável de Christopher Markus e Stephen McFeely, direção precisa de Joe e Anthony Russo, e atores que já se confundem com seus personagens, o sonho se tornou realidade!  Mais do que um aniversário, os dez anos do Universo Cinematográfico Marvel nos trouxeram um resumo de lutas, emoção, segredos, mortes, violência, bom-humor, surpresas e algumas respostas há muito procuradas. Algumas, não todas. Por isso, se você ainda não viu, esqueça os spoilers; esqueça as mentiras dos trailers; faça sua pequena – e necessária – maratona em casa e bom filme! Ah, e não se esqueça da cena pós-créditos. Talvez ela te dê alguma ideia de como o épico continua...
 

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