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ESTREIA DA SEMANA - Valente

Confira a crítica da nova animação da Pixar

Deadly Spawn Deadly Spawn

Exposição sobre George Méliès

Larioscine produziu (e pagou mico) o primeiro vídeo do blog, na exposição sobre um dos pioneiros da sétima arte.Confira.

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CRÍTICA CULT - "Cinzas no paraíso"

A constante excentricidade na obra de Terrence Malick

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8 filmes superestimados das décadas de 90 e 2000

Será que aqueles filmes mereceram o valor que lhes foram dados?

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14 pôsteres divulgados na Comic-Con 2012

Confira os principais cartazes divulgados na Comic-Con 2012

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

30 conselhos de direção dos melhores diretores



Essa é para quem é amante de cinema e nutre pretensões de realizar sua própria direção cinematográfica. A Indiewire reuniu 30 cineastas de renome, para sintetizar em uma frase o fundamento necessário para realizar uma boa obra.

Você as encontra em primeira mão aqui no LARIOSCINE.




WES ANDERSON (O GRANDE HOTEL BUDAPESTE)
"Sempre comece com os seus personagens"

KELLY REICHARDT (WENDY E LUCY)
"Ouça seu filme à medida que você o faz"

STEVE MCQUEEN (12 ANOS DE ESCRAVIDÃO e SHAME)
"É sua função moldar os atores do jeito que você quer"

RICHARD LINKLATER (BOYHOOD e ANTES DO AMANHECER)
"Como você conta a história, é mais importante que a própria história"



DAVID FINCHER (CLUBE DA LUTA e GAROTA EXEMPLAR)
"Controle tudo, porque tudo cai sobre você"

JANE CAMPION (O PIANO)
"Crie um ambiente de vulnerabilidade para os seus atores"

SPIKE LEE (FAÇA A COISA CERTA)
"Apenas mantenha-se escrevendo"

JIM JARMUSCH
"Ensaie muito. Não existe erros no ensaio"



ANG LEE (O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN e AS AVENTURAS DE PI)
"Tem que ser sobre emoção"

SOFIA COPPOLA (ENCONTROS E DESENCONTROS)
"Inclua-se nas vulnerabilidades dos seus atores"


NICOLAS WINDING REFN (DRIVE)

"Se precisar, jogue seu roteiro fora"

ALFONSO CUARÓN (GRAVIDADE e FILHOS DA ESPERANÇA)
"Sempre pense positivamente"

ALEXANDER PAYNE (SIDEWAYS)
"Continue aproveitando seu sucesso"



CHRISTOPHER NOLAN (INTERESTELAR e O CAVALEIRO DAS TREVAS)
"Esteja preparado para fazer tudo"

GUILLERMO DEL TORO (A ESPINHA DO DIABO)
"Use suas forças e suas fraquezas"

AGNES VARDA (CLÉO DAS 5 ÀS 7)
"Filmar é estar escrevendo"

PAUL THOMAS ANDERSON (SANGUE NEGRO e MAGNÓLIA)
"A lógica emocional supera a lógica da história"



DAVID LYNCH (CIDADE DOS SONHOS)
"Sua ideia é tudo"

LARIOSCINE NO YOUTUBE (INSCREVA-SE NO CANAL)
CONFIRA O VÍDEO DE DIRETORES QUE JÁ DIRIGIRAM CLIPES


PARK-CHAN WOOK (OLDBOY)
"Perfeição é uma ilusão"

PEDRO ALMODÓVAR (A PELE QUE HABITO)
"Ensaiar. Ensaiar. Ensaiar."

LYNNE RAMSAY (PRECISAMOS FALAR SOBRE O KEVIN)
"Atente-se à sua visão, não importa o que as outras pessoas lhe digam"

PAUL VERHOEVEN (ELLE)
"Saiba que você nem sempre estará certo"



AVA DUVERNAY (SELMA)
"O roteiro é apenas um guia"

CLAIRE DENIS (BOM TRABALHO)
"Seu filme deve fazer você ter perguntas"

QUENTIN TARANTINO (PULP FICTION e BASTARDOS INGLÓRIOS)
"Sente-se à direita da câmera"

DANNY BOYLE (TRAINSPOTTING e STEVE JOBS)
"Guarde um dinheiro para o som"

ANDREA ARNOLD (FISH TANK)
"Aprenda a gostar de obter feedback"



MARTIN SCORSESE (TAXI DRIVER e OS BONS COMPANHEIROS)
"Não preste atenção para a Indústria"

ALEJANDRO GONZÁLEZ IÑARRITU (BIRDMAN e O REGRESSO)
"Você não terá todas as respostas"

WONG KAR-WAI (AMOR À FLOR DA PELE)
"Editar é filmar"


CONFIRA TAMBÉM

Diretores arquitetos
http://larioscine.blogspot.com.br/2015/10/diretores-arquitetos.html



















terça-feira, 27 de junho de 2017

TWIN PEAKS e PINK FLOYD


Em mais um devaneio de David Lynch nessa terceira temporada, o espectador é acometido por um interminável cataclismo nuclear em preto e branco. A cena dividiu opiniões, gerando críticas entusiasmadas, como numerosas rejeições por parte do público. 

Em meio a essa polêmica, um usuário do Youtube sincronizou ECHOES, do Pink Floyd, com a cena em questão, baseando-se em DARK SIDE OF THE MOON e O MÁGICO DE OZ.

O resultado, que você confere abaixo, ficou no mínimo interessante.

Confira.



Para saber mais sobre a história da série, confira o vídeo do LARIOSCINE.


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Confira o trailer de STRONGER, biografia dramática com Jake Gyllenhaal



Quem não se lembra da marcante foto em que uma vítima do atentado da Maratona de Boston é carregada por socorristas, logo após perder as duas pernas? Caso não se recorde, digite Jeff Bauman no Google para saber do que se trata.

A pessoa em questão é o icônico sobrevivente que chocou o mundo com sua condição, logo após o estouro que vitimou muitas vidas durante o evento esportivo. Felizmente Bauman deu a volta por cima, lançou um livro que virou best seller e estará nos cinemas muito em breve.

A adaptação homônima STRONGER, é um filme dirigido pelo competente David Gordon Green (SEGURANDO AS PONTAS). É evidente que o filme assume pretensões ambiciosas para a temporada de premiações. Afinal, pelo trailer, é possível constatar o empenho do casal de protagonistas interpretados por Jake Gyllenhaal, que será Bauman, e Tatiana Maslany (da série ORPHAN BLACK).

Será que vinga? O filme estreia nos EUA no dia 22 de setembro. Confira o trailer.



O ator se encontra com o verdadeiro Jeff Bauman




As 20 Séries mais bem Dirigidas do Século XXI


POR CARLOS LARIOS

Em tempos de  embates entre Marvel vs. DC, o cinema americano gradativamente agoniza com projeções que, fatalmente, ganham cada vez mais salas e adeptos. O colorido universo onírico é pasteurizado, e o espaço para a criatividade está cada vez mais restrito. Diretores efetuam suas obras a toque de caixa, sem se preocuparem com a relevância artística imprimida para a obra. Os royalties e os cifrões graúdos são, por muitas vezes, as verdadeiras aspirações para cineastas nesse novo cenário.

Para este blogueiro, FARGO é uma das séries mais bem dirigidas da televisão americana

Felizmente o escape perfeito por boas obras pode ser encontrado dentro de casa. Seja na TV a cabo, por meio de streaming ou até mesmo nos malfadados torrents. Não importa, as séries de televisão sãos as verdadeiras sensações midiáticas que arrebataram, de forma unânime, a crítica e o público no alvorecer do novo século. Encontre um cinéfilo de verdade e pergunte sobre sua série favorita. Certamente ele citará, no mínimo, 5 obras marcantes, principalmente no que se diz respeito ao século XXI. Algo impensável no final da década de 90, quando, raras exceções (TWIN PEAKS e OS SOPRANOS não me deixam mentir), ganhavam o coração dos amantes de cinema mais exigentes.

Há quase duas décadas vivemos a Era de Ouro das Séries. O esmero e valor artístico que outrora podia ser encontrado em produções hollywoodianas de médio e grande porte, hoje estão praticamente restritos à televisão. Salvo a temporada do Oscar, ou meia dúzia de produções genuinamente valiosas no decorrer do ano, o cinemão americano anda gozando de pouco prestígio, mesmo com recordes em arrecadação de bilheteria. E isso ocorre na medida em que o reconhecimento da televisão ascende ano a ano.

MAD MEN é obra prima incontestável

Mas o mercado bilionário é suficiente para duelar com a crescente indústria televisiva? Grandes astros e diretores já testaram e aprovaram o formato. Embora seja paradoxal, o padrão cinematográfico em voga é o principal catapultador dessa retomada televisiva. Ou seja, acompanhamos religiosamente nossos personagens favoritos, com um acabamento e maestria digna de sétima arte.

A impactante BLACK MIRROR: um curta de qualidade a cada capítulo

Quem agradece é o espectador ávido por produções que não subestimem sua capacidade cognitiva. Diante desse quadro, o site americano Indiewire elegeu as séries mais bem dirigidas desses últimos 17 anos. São programas que transcendem o significado de "programa televisivo", no qual seus realizadores se inspiram no que há de melhor em linguagem audiovisual.

Confira.

20-) LOST

19-) LEGION

18-) BLACK MIRROR

17-) GAME OF THRONES

16-) RECTIFY

15-) HANNIBAL

14-) THE WIRE

13-) TOP OF THE LAKE

12-) THE WEST WING

11-) DEADWOOD

10-) TRUE DETECTIVE (FIRST SEASON)

9-) THE HANDMAID'S TALE

8-) MR.ROBOT

7-) BREAKING BAD

6-) THE PEOPLE VS O.J.SIMPSON 

5-) THE LEFTLOVERS

4-) BETTER CALL SAUL

3-) THE KNICK

2-) MAD MEN

1-) THE GIRLFRIEND EXPERIENCE



segunda-feira, 5 de junho de 2017

MULHER-MARAVILHA (2017)


Maravilha de filme! 

Por Diego Salomão

Finalmente! Depois dos controversos Homem de AçoBatman vs. Superman e Esquadrão Suicida, o Universo Estendido da DC acertou em cheio e fez, com Mulher Maravilha, o seu melhor filme. Ela que já tinha posto ordem na casa em seu encontro com Bruce Wayne e Clark Kent, aparece agora em uma aventura-solo, contando sua própria história, desde a ilha secreta das amazonas até a Europa devastada pela Primeira Guerra Mundial. 

Filha de Zeus e da rainha das amazonas, Diana fora treinada desde a infância para ser uma guerreira imbatível, enquanto ouvia as histórias sobre Ares, o Deus da Guerra. Tudo corria bem até que, acidentalmente, o avião do espião inglês Steve Trevor cai na ilha. Salvo por Diana e acreditando que a mitologia grega eram apenas lendas, ele expõe para as guerreiras os horrores pelos quais o mundo estava passando.  Decidida a fazer justiça e com a certeza de que Ares estava por trás das catástrofes dos humanos, Diana deixa a Ilha em direção à Europa, surgindo assim a Mulher Maravilha! 

Além da atuação mais do que convincente de Gal Gadot, que já tinha impressionado em Batman vs. Superman, vale destacar também o ótimo trabalho de Chris Pine como Steve Trevor. Ele que teve a honra de reviver o grande James T. Kirk no rebot de Star Trek e fez uma versão ligeiramente mais cafajeste do capitão da Enterprise,  não deveu em nada como par romântico, e ligeiramente atrapalhado, de uma amazona – que jamais havia visto um homem.

Por fim, um filme forte, divertido, cheio de ação, com efeitos de primeira, sem apelação, e com todo o lirismo que os filmes de guerra naturalmente tem. Irretocável. 

Ah, sim: virou moda obrigatória em filmes de heróis as cenas pós-créditos. Bem, nesse não precisa esperar. Não há nenhuma!

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Confira os indicados para o Festival de Cannes 2017


Por Carlos Larios


A organização do Festival de Cannes divulgou nessa manhã de quinta-feira (13), os indicados para as principais categorias do evento mais majestoso do cinema de arte.

Como vem se repetindo nos últimos anos na seleção para Palma de Ouro, produções americanas são as mais numerosas. O Brasil segue sem representantes.

Artistas do porte de Isabelle Huppert, Joaquin Phoenix, Tilda Swinton, Jake Gyllenhaal, Julianne Moore, Nicole Kidman, Colin Farrel, e até Adam Sandler, prometem causar frisson pelo tapete da Croisette.

Cineastas renomados como Sofia Coppola (The Beguiled), Michael Haneke (Happy End), Yorgos Lanthimos (The Killing of a Sacred Deer), Michel Hazanvicius (Le redoubtable), Noah Baumbach (The Meyerowitz Stories), Andrey Zvyagintsev (Loveless), Bong Joon-Ho (Okja) e Todd Haynes (Wonderstruck) são alguns do indicados para principal competição do Festival.

David Lynch também confirmou presença, já que vai exibir de forma inédita, os dois primeiros capítulos da terceira temporada de Twin Peaks.

Em 2017, o icônico cineasta espanhol Pedro Almodóvar será o presidente do júri que vai eleger o melhor filme de 2017.

Confira os indicados por competição.

                                                                    PALMA DE OURO

“120 Beats per Minute” (Robin Campillo).

“The Beguiled” (Sofia Coppola).
“The Day After” (Hong Sangsoo).
“A Gentle Creature” (Sergei Loznitsa).


“Good Time” (Benny Safdie & Josh Safdie). 
“Happy End” (Michael Haneke).
“In the Fade” (Fatih Akin).
“Jupiter’s Moon” (Kornél Mundruczó).
“The Killing of a Sacred Deer” (Yorgos Lanthimos).
“L’amant double” (François Ozon).


“Le redoubtable” (Michel Hazanvicius).
“Loveless” (Andrey Zvyagintsev).

“The Meyerowitz Stories” (Noah Baumbach).


“Okja” (Bong Joon-Ho).
“Radiance” (Naomi Kawase).
“Rodin” (Jacques Doillon).

“Wonderstruck” (Todd Haynes).
“You Were Never Really Here” (Lynne Ramsay).

                                                              UN CERTAIN REGARD
“Barbara” (Mathieu Amalric). OPENER
“After the War” (Annarita Zambrano).
“April’s Daughter” (Michel Franco).
“Beauty and the Dogs” (Kaouther Ben Hania).
“Before We Vanish” (Kiyoshi Kurosawa).
“Closeness” (Kantemir Balagov).
“The Desert Bride” (Cecilia Atan & Valeria Pivato).
“Directions” (Stephan Komandarev).
“Dregs” (Mohammad Rasoulof).
“Jeune femme” (Léonor Serraille).
“L’Atelier” (Laurent Cantet).
“Lucky” (Sergio Castellitto).
“The Nature of Time” (Karim Moussaoui).
“Out” (Gyorgy Kristof).
“Western” (Valeska Grisebach).

“Wind River” (Taylor Sheridan).


FORA DE COMPETIÇÃO


“Blade of the Immortal” (Takashi Miike).
“How to Talk to Girls at Parties” (John Cameron Mitchell).
“Visages, Villages” (Agnès Varda & JR).

MIDNIGHT SCREEENINGS

“Prayer Before Dawn” (Jean-Stéphane Sauvaire).
“The Merciless” (Byun Sung-Hyun).
“The Villainess” (Jung Byung-Gil).

SPECIAL SCREEENINGS

“12 Jours” (Raymond Depardon).
“An Inconvenient Sequel” (Bonni Cohen & Jon Shenk).
“Clair’s Camera” (Hong Sangsoo).
“Demons in Paradise” (Jude Ratman).
“Napalm” (Claude Lanzmann).
“Promised Land” (Eugene Jarecki).
“Sea Sorrow” (Vanessa Redgrave).
“They” (Anahita Ghazvinizadeh).

70TH ANNIVERSARY EVENTS

“24 Frames” (Abbas Kiarostami).
“Come Swim” (Kristen Stewart).
“Top of the Lake” (Jane Campion).
“Twin Peaks” (David Lynch).

VIRTUAL REALITY

“Carne y arena” (Alejandro G. Iñárritu).


domingo, 12 de março de 2017

LOGAN É BOM MESMO, OU É MERO HYPE?


ATENÇÃO: ESSE TEXTO CONTA COM SPOILERS

Por Carlos Larios

Vamos falar de Logan? Com uma pitada de SPOILER? Portanto, se você ainda não viu, passe longe daqui.
Serei breve, prometo. O novo e derradeiro filme do Wolverine merece toda a exaltação que vem recebendo?

Bom, é difícil contra argumentar a maior parte dos elogios. Logan é muito mais que um mero filme de quadrinhos. Ele, de fato, é uma grande obra de heróis e conta com os alicerces necessários para tal feito.

1-) ação de encher os olhos; 2-) trio afiado de protagonistas; 3-) história envolvente.

Mas o filme, infelizmente, está em dois tons diferentes. Principalmente nos últimos 25 minutos de metragem, A história de esperança, muito bem realizada pelo diretor James Mangold (JOHNNY E CASH) é interrompida por um desfecho convencional, que se equipara a maioria dos filmes do gênero.
Além, claro, de ser muito óbvio, desde o início, que Logan morre no final! Não consegui me emocionar nessa parte, como muitos andam dizendo por aí. O tom de dramaticidade fica pesado. Cheio de clichês, e aquela obra sutil , que alternava o melhor da ação com sentimentalismo na medida certa se torna comum. E aquele grupo de "X-Men" mirins, parecendo estar de férias num acampamento de verão? Péssimo.

Ou seja, o filme é uma boa obra de quadrinhos, mas está longe de ser relevante para o cinema. Pode ser o melhor filme da franquia X-Men? Sem dúvida, mas convenhamos que isso não é lá grandes méritos. Ao menos é o mais carregado de carga emocional da franquia. Aí reside seu diferencial. Por isso surpreendeu muita gente. E como fator surpresa, veio a exaltação descabida.

Assim criou-se o hype. Se transformou no novo "não vi, mas gostei". Nessa expectativa, fica difícil ir "contra a maré".

Mas calma, gente. LOGAN definitivamente não é tudo isso. Podia ter sido melhor, se sustentasse o mesmo tom do filme até o final. Mas como o fenômeno é instantâneo, a tendência é que a euforia se dissipe brevemente. Até mesmo, depois de uma revisão.

Confesso que gostei. Como escapismo funciona. Mas, por favor, sem alcunhas de "obra-prima do cinema".

quinta-feira, 9 de março de 2017

LOGAN (2017)


Por Diego Salomão


Em seus dois primeiros filmes-solo e em todos os X-men, se alguém quisesse irritar Wolverine, era só compará-lo a um animal. Dentre os fãs do herói, no entanto, ele é unanimemente tido com um personagem bastante “humano”. Não para mim. Wolverine não faz jogos, não mente, não cria falsas ilusões, não puxa saco e não tem pudores em seus instintos e vontades. É uma fera livre, forte, incontrolável, e ao mesmo tempo doce e fiel. O animal que ele tanto renegou ser é na verdade sua maior fonte de virtudes e foi em seu terceiro e melhor filme que ele mostrou o que de fato é.

Num futuro obscuro para os mutantes, o lendário super-herói das garras ganha a vida como um simplório motorista de limusine, enquanto cuida de um professor Xavier velho e sofrendo com o Alzheimer. Os X-men se tornaram apenas lembranças, revividas em bonecos e HQ’s, e Logan não possui mais a força e resistência de outrora; entretanto, uma descoberta inesperada faz com que ele seja obrigado a superar seus limites para ajudar seu mestre e toda uma nova geração de mutantes!


Sensível, mas também violento Logan é um verdadeiro banho de sangue, da primeira à última cena. Sem dúvidas, o mais forte de todos os filmes dos X-men. Com um roteiro direto e sem firulas, o filme traz Hugh Jackman e Patrick Stewart em grande forma, despedindo-se brilhantemente de seus personagens. Por fim, irretocável. Depois de 17 anos e nove filmes, a fera pode finalmente descansar. Em despedida emocionada na Internet, Isaac Bardavid, dublador do Wolverine no Brasil, lamentou o provável esquecimento do personagem. Não, Bardavid. Ele nunca será esquecido!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Curiosidades de LA LA LAND



Confira o vídeo abaixo, com algumas curiosidades de um dos filmes mais adorados dos últimos anos.

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A vida de Carrie Fisher em 28 fotos


Filha de Eddie Fisher e Debbie Reynolds, dois monstros sagrados da Velha Hollywood, Carrie cresceu em meio ao show business. Como não podia ser diferente, seguiu os passos dos pais e ingressou logo cedo em Hollywood. Antes de ser imortalizada pelo papel de Princesa Leia, Fisher participou de alguns filmes durantes os anos 70, como SHAMPOO, de Hal Ashby.

No set do primeiro Star Wars, ela não conseguia se levar a sério. Foi um estorvo as gravações nos estúdios de Londres, principalmente para o diretor responsável. Carrie ironizava constantemente, ao lado do parceiro Mark Hamill, o roteiro de George Lucas. Só depois da estreia, e de todo o fenômeno que foi Star Wars, Fisher vislumbrou a importância daquela saga intergalática. 

Seu vício em cocaína veio logo em seguida. Virou sex symbol, mas não vira sua carreira vingar como nos tempos áureos de Princesa Leia. Alternava participações em filmes menores, com o lançamento de livros autobiográficos e de auto-ajuda. Até que em 1990 viu sua obra literária ser adaptada para a tela. Meryl Streep e Shirley MacLaine deram vida respectivamente ao seu alter ego e o de sua mãe.

Após problemas com drogas, alcoolismo latente e obesidade, sua depressão se intensificou na década de 90, ainda mais depois do nascimento de sua única filha. Em meados de 1997 viu sua personagem Leia ganhando status cult e sempre recebeu o carinho dos fãs. Com a retomada da franquia nos anos vindouros, ela nunca mais fora esquecida.

Até sua participação em O DESPERTAR DA FORÇA que, ao lado de Harrison Ford, retomou seu grande papel. Morreu em Los Angeles, sua cidade natal, após um ataque cardíaco que sofrera em um voo vindo de Londres. Ela tinha 60 anos e muitas histórias.

Sua mãe Debbie Reynolds ainda vive.

 Ao lado do irmão caçula e da mãe, a atriz Debbie Reynolds de CANTANDO NA CHUVA
 Na adolescência ao lado da mãe. Sua relação tempestuosa com Debbie foi relatada em livros
 A púbere Carrie Fisher
 O casamento com o cantor Paul Simon durou poucos meses
 Amigos para vida inteira
 Com Billie, sua única filha. O pai da menina se separou de Fisher, após se apaixonar por outro homem
 Debbie, Carrie e Oprah
 Ao lado de George Lucas, o homem que mudou sua vida para sempre
 Recentemente Fisher alegou ter tido um caso com Harrison Ford. Ela com 19 e ele com 32 anos
 No ápice de sua beleza, no começo dos anos 1980
 Mark Hamill. Mais do que companheiro de set
 Ao lado de Bill Murray em um dos melhores episódios de SNL na década de 1980. A atriz nutria uma veia para comédia muito grande.
 Clima tenso no set de Star Wars? Não para essa dupla
 Fisher sacaneia o pobre Jabba
 No set do clássico OS IRMÃOS CARA DE PAU. Aykroyd e Fisher, inclusive, tiveram um caso durante o set da comédia
 Billy Dee Williams e Fisher no set de O IMPÉRIO CONTRA-ATACA
 Fazendo comédia em 1981
 Ao lado da mãe e do amigo Chevy Chase
 Lembra da série CONTO DE FADAS? Ela já protagonizou um dos episódios!
 Com o amigo Tom Hanks. A dupla contracenou em dois filmes
 Fisher ao lado de Meryl Streep e Shirley MacLaine, que deram vida à sua autobiografia LEMBRANÇAS DE HOLLYWOOD.
 O trio se encontrou anos mais tarde
 A estonteante beleza de Fisher, já em meados dos anos 1980
 Ao lado de Hugh Hefner, criador da Playboy
 O antes e o depois
 Com seu fiel parceiro. O bulldog era seu companheiro inseparável
Uma de suas últimas aparições
 

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